terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sacolas de plástico são as vilãs do meio ambiente


A  moda agora é fazer compras ambientalmente corretas com sacolas retornáveis

Os hábitos de consumo alimentar do brasileiro mudaram bastante nos últimos ano. Por praticidade e conveniência hoje se consome muitos alimentos industrializados que usam embalagens plásticas e, pior, nas compras de supermercados, somam-se mais embalagens plásticas para o transporte. A cultura do consumo de sacolas plásticas consolidou-se e os consumidores levam para casa mais sacolas que o necessário para as compras, porque vão usá-las para outros produtos, e o destino final são os lixões, aterros sanitários e a própria natureza.

São justamente por isso as embalagens plásticas as grandes vilãs do meio ambiente na atualidade. Existe uma tentativa de obrigar o uso de sacolas biodegradáveis, mas aparentemente ainda não foi desenvolvida aquela que menos resíduos deixe na natureza. Difícil mesmo é reverter a cultura, mas algumas tentativas estão crescendo na sociedade.

Alguns supermercados estão oferecendo sacolas retornáveis, de pano, lona ou outro material, para os clientes, numa postura de triplo benefício: favorece o meio ambiente e a imagem da empresa, além de gerar economia no consumo de sacolas plásticas. É uma atitude lógica e eficaz, melhor que substituir por outro material descartável. Outros supermercados no entanto, adotam uma postura retrógrada e, além de oferecer mais sacolas que o necessário, ainda exigem que clientes coloquem suas sacolas retornáveis em sacos plásticos para entrar. As justificativas, equivocadas, são: estimular a compra de mais produtos e proteger a segurança. Nem todos que podem ter mais sacolas vão comprar mais e ninguém vai roubar nada com sacolas vazias.

Na década passada, com a inflação galopante, justificava-se as compras mensais e estoques em casa de produtos, porque no dia seguinte estariam mais caras. Foi o frenesi das maquininhas de etiquetas de preços e de compra de freezers para estoque de congelados. Com o fim da inflação e o advento do 'apagão' os freezers foram aposentados. Hoje as compras são semanais e mesmo diárias, e duas sacolas retornáveis comportam os produtos necessários.  


Tecido não tecido

O pequeno e o médio varejo da região saem na frente ao adotar, como alternativa, embalagens retornáveis, transformando uma necessidade ambiental em uma poderosa ferramenta de “marketing”. Padarias, lojas de cosméticos, farmácias, quitandas e supermercados estão vendendo sacolas ecológicas retornáveis de pano ou TNT (Tecido Não Tecido) para os consumidores levarem suas compras. Os preços de sacolas de vários modelos variam de R$ 1,50 a R$ 27.


E não é só o segmento varejista que tem apostado na “onda” ecológica de restrição ao uso das sacolas plásticas convencionais. A Imprimus, empresa do ramo de impressão de Campinas, investiu na confecção de sacolas ecológicas para revender ao varejo da cidade e região. Ampliando esse movimento, a Kapa+ EcoEmbalagens, de São Paulo, tem parceiros que elaboram sacolas com garrafas pet, fio de fibra de bambu e de algodão.O Ponto Org, no rio de Janeiro, produz sacolas grandes com reaproveitamento de juta.


Agora é moda

O Sindicato da Indústria de Panificação de São Paulo, a Associação dos Industriais de Panificação de São Paulo e o Instituto de Desenvolvimento de Panificação e Confeitaria (IDPC) lançaram uma campanha para conscientizar a categoria e os clientes. Batizada Sacola Vai & Volta, ela é composta de folhetos explicativos. Para o presidente do Sindipan-Aipan-SP, Antero José Pereira, o objetivo é incentivar a participação das padarias em programas socioambientais para reduzir o uso de sacolas plásticas nos estabelecimentos de São Paulo. A meta da entidade é diminuir o total de 40 milhões de sacolas plásticas que vão para o lixo todos os dias.

Na rede Carrefour, a sacola reutilizável começou a ser vendida a R$ 2,99 desde o dia 7 deste mês nas lojas de São Paulo e do Paraná. Serão distribuídas 62 mil unidades. Até o fim do ano, a meta é investir em um estoque de 600 mil unidades e vendê-las em todo o País. A aceitação por parte dos consumidores foi positiva: a maioria delas já foi vendida. A meta é reduzir em pelo menos 10% o volume de sacolas plásticas utilizadas durante o ano.

Plásticos geram sérios problema ambientais

O descarte de plástico na natureza causa alarmantes problemas ambientais. Estima-se que a cada ano circulem no mundo mais de 500 bilhões de sacos plásticos feitos com materiais que apresentam cadeias moleculares inquebráveis e que duram até 450 anos. No caso específico das sacolas de supermercado, por exemplo, a matéria-prima é o plástico filme, produzido a partir da resina de polietileno de baixa densidade (PEBD). No Brasil são produzidas 210 mil toneladas anuais de plástico filme, que representam 9,7% de todo o lixo do país. Abandonados em vazadouros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis e dificultam a compactação dos detritos.

Milhares de baleias, golfinhos, tartarugas e aves marinhas morrem asfixiados por sacos plásticos usados como recipiente de lixo (calcula-se que 90% dos sacos plásticos são descartados na natureza e acabam nos mares).

Atualmente existem sacos plásticos 100% biodegradáveis, que se dissolvem mesmo sem o contato com a água, como plástico biodegradável de origem bacteriana (produzido a partir da cana de açúcar) ou o plástico biodegradável obtido com a adoção de amido ou outros polissacarídeos. No entanto as embalagens produzidas a partir de plástico oxi-biodegradáveis é um material que ainda não comprovou a total eficácia ao meio ambiente em sua decomposição.

Segundo estudos do departamento de Tecnologia de Polímeros da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), conduzidos pela professora Lúcia Mei, testes até então realizados com plásticos oxi-biodegradáveis dão conta de que depois do processo de decomposição o material gera resíduos químicos ao meio ambiente. “Ainda não é possível afirmar cientificamente que os resíduos eliminados no processo de composição em nada afetarão ao meio ambiente”, disse.

No entanto, para a professora, a educação continua sendo a melhor arma para reduzir o impacto das sacolas plásticas no meio ambiente. “Na Europa onde a legislação obriga o uso de plásticos biodegradáveis, a população tem adotado a prática da compostagem do lixo orgânico caseiro. No Brasil isso deveria ser incentivado. Além de retirar boa parte do lixo dos aterros, produz-se o composto que pode ser usado como adubo natural”, disse.

A especialista ressalta ainda como alternativa a realização de uma coleta eficiente de plásticos, mas que leve em consideração o valor agregado do produto, seguido de um processo de reciclagem correto e que poderia, inclusive, ser uma alternativa de geração de emprego e renda.

Ela sugere também que mais estudos científicos sobre o assunto sejam realizados para que o país tenha dados estatísticos sobre a decomposição final dos plásticos oxi-biodegradáveis na natureza, ou seja, sua biodegradação. “Eu recomendo fortemente que o Governo banque tais pesquisas, financiando o credenciamento de laboratórios de pesquisa que possam responder diretamente a ele sobre esse importante tema”, disse.

Honda conquista Taça Responsabilidade Social


Participação das empresas nesta edição do evento foi fundamental para a continuidade dos projetos da ONG, que atende a 400 meninas da periferia de Campinas

Pelo segundo ano consecutivo, a Honda conquistou a Taça Responsabilidade Social, disputada no sábado durante o 7º Festival Primavera de Golfe, realizado no Clube de Golfe de Campinas, em Sumaré. Em segundo e terceiro lugares ficaram as empresas Fort Dodge e Adere, respectivamente. O evento reuniu as principais lideranças do mundo empresarial de Campinas e região em prol da continuidade das atividades da ONG Grupo Primavera.

Com 51 putts, menor número de tacadas em relação às demais equipes para os acertos nos buracos, a equipe da Honda formada por Wakatsuki Akira, Morimoto Chiriro, Helio Shimpei e Murata Nagatoshi fez uma verdadeira festa ao receber a Taça Responsabilidade Social das mãos do diretor da empresa Horacio Natsumeda, membro da equipe vencedora do torneio no ano passado.


Cerca de 300 pessoas estiveram presentes no encontro que reuniu esporte e lazer em prol da ONG. Além do torneio e putting green, atividades como lian gong, recreação infantil, maquiagem, massagem, avaliação postural, sorteios e apresentações das meninas-primavera também descontraíram os participantes do evento.

Neste ano, em função da crise financeira, os recursos serão aplicados na manutenção dos projetos, que atendem a 400 meninas da periferia do município. De acordo com o coordenador da instituição John Sieh, a participação das empresas neste ano foi fundamental para a continuidade dos trabalhos da ONG. “As doações caíram muito este ano em função da crise financeira mundial. Estamos com um déficit de quase R$500 mil. A participação dessas empresas num evento como este mostra que, apesar de afetar a todos, as empresas não deixaram de se preocupar com a responsabilidade social. E isso é o mais importante”, afirma.

Para Edgar Garbade, presidente da ONG e do Instituto Robert Bosch, “a importância de projetos como os desenvolvidos pelo Grupo Primavera é muito grande para que essas meninas se tornem independentes. Conceitos de postura, conhecimento, valores e ética são passados para que possam ter uma conduta social digna e consigam ser inseridas no campo de trabalho”, diz.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Festival Primavera de Golfe 2009 une empresas solidárias da região



Expectativa é de que 140 golfistas disputem a taça Responsabilidade Social, conquistada no ano passado pela Honda; participação das empresas é fundamental para a continuidade dos trabalhos da ONG


Neste momento de crise financeira mundial, os mais afetados são aqueles que dependem de contribuições e da solidariedade de pessoas físicas e jurídicas. É o caso do Grupo Primavera, ONG que atende a meninas da periferia de Campinas/SP há 30 anos. E é a solidariedade que reunirá executivos e empresários em prol da entidade durante a realização do 7º Festival Primavera de Golfe 2009, no próximo dia 19 de setembro na cidade. Esta edição do evento terá como tema central ‘Momento crucial nas mãos solidárias’.


O Grupo Primavera atende a 400 meninas com programas e projetos nas áreas de educação, cultura, bem-estar e profissionalismo. “Nossa entidade sobrevive através de doações de pessoas físicas e jurídicas. Neste evento anual, contamos com a participação mais ativa de empresas solidárias a esta causa, o que é de extrema importância neste momento”, declara John Sieh, diretor da ONG.


A expectativa é de que 35 equipes, com um total de 140 golfistas, disputem a taça Responsabilidade Social, conquistada no ano passado pela Honda. Pelo 7º ano consecutivo, o evento terá, além do torneio de golfe, outras atividades como torneio de putting, clínica de golfe, recreação infantil, lian gong, maquiagem, massagem, avaliação postural, sorteios e apresentação das meninas Primavera para um público total estimado em 280 pessoas.


De acordo com o diretor da Honda, Horácio Tuyoshi Natsumeda, apesar da crise financeira, a empresa optou pela continuidade da parceria com a instituição pelos resultados obtidos com os trabalhos de formação cívica e moral das jovens. “A Honda quer que sua atuação seja reconhecida através de produtos e serviços de qualidade e pelas ações de contribuição à sociedade e ao meio ambiente”, diz. A empresa apóia o Festival Primavera de Golfe desde sua primeira edição.


Para empresas como a Merial Saúde Animal, que também participou do evento em anos anteriores, os tempos de crise sempre geram dúvidas e dificuldades que por vezes impossibilitam as empresas de continuar contribuindo com instituições beneficentes ou educacionais. Mas, ao mesmo tempo, é nas épocas de crise que manter o investimento em educação se torna mais importante. “A empresa está sentindo a crise, mas passa por ela sem grandes impactos. Assim, continuamos contribuindo na medida de nossas possibilidades e esperamos continuar a fazê-lo”, diz Alfredo Ihde, diretor presidente da empresa.


Já para a Eaton, de Valinhos, “a crise financeira tem abalado a todos e é principalmente num momento como esse que não podemos deixar os trabalhos do Grupo Primavera sem suporte. Os projetos precisam ter continuidade”, segundo Patrick Randrianarison, presidente da empresa na América Latina.


“É importante a participação de empresas que contribuam para programas sociais como os realizados pelo Grupo Primavera com muita seriedade, profissionalismo e um sentido humanitário distintivo. É um privilégio para a nossa empresa estar associado a uma instituição como esta, que poderá contar sempre conosco”, diz Francisco Fagundes, sócio da PricewaterhouseCoopers.


Grupo Primavera


O Grupo Primavera, fundado em 1981, vem crescendo a cada ano. Seu potencial e credibilidade já levaram a premiações no Brasil e no mundo. Atualmente, a entidade atende a 400 adolescentes entre 8 a 18 anos com o foco de formar ‘as mulheres do amanhã’. O empreendedorismo inovador é marca já reconhecida na cidade e em toda a região. A entidade é a única a atuar com uma loja diferenciada em um centro de compras – a Oficina Primavera, localizada no Galleria Shopping. Com uma gestão visionária, a entidade mantém uma rede de relacionamentos com outras instituições, empresas, escolas e demais parceiros com o intuito de compartilhar recursos. “É assim que conseguimos manter nosso crescimento num momento de crise”, afirma o diretor da ONG, John Sieh.


Serviço:
7º Festival Primavera de Golfe
Quando: 19 de setembro
Horário: 7h às 16h30
Local: Clube de Golfe de Campinas (www.campinasgolfe.com.br)
Endereço: Rua Manuel Messias da Silva, s/n, Jd. Minessota, Sumaré, SP.
Fones: (019) 3864-1742 / (19) 3922.8038
Informações através do site www.gprimavera.org.br/golfe2009

Excaravelhas comemoram dez anos



O Grupo das Excaravelhas realiza no Instituto de Artes (IA), nesta sexta-feira (18), às 12h30, apresentação de uma coreografia de 20 minutos de dança contemporânea, denominada Repelente. O espetáculo, que integra a programação do Feia 10 (Décimo Festival do Instituto de Artes da Unicamp), comemora uma década do Grupo, formado por Ló Guimarães, Juliana Couto, Milena Machado Figueiredo, Paula Salles e Elenita Queiróz, todas ex-alunas do curso de Dança da Unicamp. A entrada é gratuita.

“Repelente” tem como proposta o incômodo, abordado das formas mais variadas, desde incômodos físicos até incômodos sociais. A pesquisa de linguagem partiu de situações que prendem, atrapalham, bloqueiam e, consequentemente, irritam e afligem. Situações que vão desde zumbidos e picadas de insetos, pessoas que falam demais, cócegas, posições incômodas, até convenções de comportamentos sociais, que não respeitam as diferenças de culturas e hábitos. O caráter introspectivo da coreografia permeado pelo humor gera o conflito das relações apresentadas, convidando o espectador à reflexão.

Ligações telefônicas devem ficar mais baratas em localidades da região



Dentro de pouco mais de 60 dias, a população de 446 localidades de todo o Brasil, entre municípios e distritos, será beneficiada com a extinção das tarifas interurbanas nas ligações para áreas vizinhas. As alterações no regulamento sobre áreas locais para o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) foram aprovadas ontem (17) por unanimidade pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).


Na região de Campinas haverá inclusão de nova situação de Tratamento Local entre as sedes municipais de Paulínia e Cosmópolis (duas localidades); e ampliação da situação de Tratamento Local envolvendo localidades das Áreas Locais de Campinas e Monte Mor, com a inclusão das localidades de Bairro Bananal / Boituva, Bairro Bosque das Palmeiras, Bairro Campo Grande, Bairro Carlos Gomes/Chacaras Gargantilha, Bairro Carlos Gomes/Monte Belo, Bairro Cruzeiro do Sul, Bairro Jardim Marisa I, Bairro Recanto dos Dourados, Bairro Vale das Garças, Bairro Village, Beira Rio, Chacara Recreio Represa, Chacara Vista Alegre- Pouso Alegre, Cruzeiro do Sul, Distrito de Souzas, Glebas Califórnia, Helvetia, Iate Clube de Campinas, Jardim Mirandola, Jardim Paviotti, Joaquim Egidio, Portal dos Nobres, Praia Azul, Recanto Solar, Recreio Primavera, Residencial Olímpia, Santo Antonio do Sapezeiro e Sobrado Velho, todas pertencentes à Área Local de Campinas e a localidade de Chácaras Planalto, pertencente à Área Local de Monte Mor (29 localidades).


As novas regras serão publicadas no Diário Oficial da União. A partir dessa data, começa a ser contado o prazo de dois meses para adequação das operadoras. A Anatel faz uma revisão anual desse regulamento desde 2006.


“Como os municípios vão crescendo naturalmente e as cidades locais vão se aproximando, não há por que se cobrar interurbano de uma localidade para outra”, afirmou a conselheira diretora Emília Ribeiro.


Localidades de diversos estados do país serão beneficiadas. O assinante que utilizar pouco as ligações locais poderá pagar apenas a franquia que já prevê a utilização de 200 minutos/mês. Um dos objetivos das alterações periódicas no regulamento das ligações locais é corrigir distorções como em Bertioga, em São Paulo, que pleiteia a inclusão na rede local da Baixada Santista.


As operadoras têm que arcar com os custos para adequação de redes num primeiro momento, mas também podem ser futuramente compensadas por um eventual aumento no número de ligações e no tempo das chamadas.


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Farra com dinheiro público sustenta 380 comissionados na Câmara


A Câmara Municipal de Campinas possui 33 vereadores, um orçamento anual de R$ 72 milhões e apenas 68 servidores efetivos. O número de funcionários comissionados (sem concurso público) é de 380, 363 destes nos gabinetes de vereadores com um salário médio de R$ 3,24 mil mensais.

O gasto total do Legislativo campineiro com a folha de pagamento dos servidores comissionados contratados pelos gabinetes dos vereadores é de R$ 1,17 milhão por mês.

Por determinação de legislação municipal, cada um dos 33 vereadores pode gastar até R$ 35.992,77 para a contratação de assessores em seus gabinetes. Todos gastam mais de R$ 33 mil. A maioria usa o teto.

Esse dinheiro pode ser usado para a contratação de uma cota entre sete e 15 assessores, com salários que variam entre R$ 1.079 (referência CC1) e R$ 5.398 (referência CC13, chefe de gabinete).

O Legislativo campineiro não exige a comprovação de curso superior completo para o preenchimento de nenhum desses cargos. Existem ainda 15 servidores comissionados, nomeados pela mesa diretora da Câmara de Campinas, que recebem salários superiores aos pagos aos vereadores, que hoje é de R$ 6.318. Esses funcionários tem direito a vencimentos que vão de R$ 7.115,48 a R$ 11.794,56.

O número de funcionários comissionados na Câmara de Campinas é maior que em todo o País da Inglaterra, que possui em torno de cem cargos em comissão. Mas isso não é privilégio de Campinas. O Governo Federal tem 23 mil cargos comissionados na administração.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Webrádio da Unicamp já funciona em caráter experimental



A Webrádio da Unicamp está no ar durante um mês em caráter experimental a partir desta terça-feira (8). A Grade de Programação Diária está disponível na página da Rádio e Televisão Unicamp . A proposta é estabelecer um espaço noticioso, que funcione como canal de comunicação entre a Universidade e a sociedade, segundo o diretor da RTV, o professor Eduardo Paiva.

Neste primeiro momento, além de adequar alguns programas da TV Unicamp à linguagem radiofônica, a RTV exibe entrevistas com artistas e pesquisadores da Unicamp. O projeto Arte no Campus, lançado recentemente, também deverá compor a programação, de acordo com Paiva. Entre as possibilidades em estudo está a veiculação do clipping de notícias da Unicamp, assim como a transmissão de notícias urgentes.

“A web é uma ferramenta democrática, um espaço de comunicação amplo e precisamos usar isso em nosso favor”, declarou Paiva. Ele afirmou que a RTV investe em melhorias para a implantação definitiva da webrádio. “Por enquanto estamos testando a capacidade do servidor e dos equipamentos, pois a experiência é realizada com material antigo”, lembra.
Fonte: Portal da Unicamp