quinta-feira, 15 de julho de 2010

Projetos de futuro marcam os 110 anos da Ponte Preta


Primeiro time de futebol do Brasil projeta novo Centro de Treinamento e Arena de eventos

A Associação Atlética Ponte  Preta, primeiro clube do Brasil, fundado em 11 de agosto de 1900, comemora 110 anos de existência com projetos de crescimento na infra estrutura e desempenho esportivo. No final do ano inicia a construção do novo Centro de Treinamento (Centro de Formação de Atletas – CFA) em área de 80 mil metros quadrados às margens da Bandeirantes, um estádio com arena de eventos no Jardim Eulina, além de conquistar a classificação para a Série A do Campeonato Brasileiro.

Para garantir esses objetivos conta com apoio de novo patrocinador, o Atacadão Guarujá, que tem sua marca nas mangas do uniforme, parceiros para a Arena Ponte Preta – Red Bull e Traffic – e incentivos da Confederação Brasileira de Futebol e do Ministério dos Esportes. O projeto da Arena  contempla um estádio multiuso, padrão FIFA, com capacidade para 30 mil torcedores, com assentos  cobertos.

Segundo o presidente da Ponte, Sérgio Carnielli, o novo estádio vai proporcionar conforto e segurança para os usuários. “O Moisés Lucarelli já está com a estrutura precária e não oferece conforto, estacionamento e segurança satisfatórios. O novo estádio garantirá muito melhores condições”, destacou. O Majestoso será vendido para custear parte das obras do novo. Os recursos para construção do Centro de Treinamento virão de doação de empresas.

Márcio Della Volpe, diretor de Marketing alvinegro, anunciou a programação de festividades dos 110 anos, com destaque para a inauguração do museu no Majestoso e a festa da torcida Camisa10, além de apresentar o novo patrocinador durante coletiva realizada ontem na unidade Paineiras do clube.

Leia reportagem completa na próxima edição do Jornal de Barão

terça-feira, 13 de julho de 2010

Exposição abre novo espaço para artes visuais na Unicamp


Uma exposição que reúne obras dos artistas plásticos Miriam e Bjarne Norking acaba de abrir mais um espaço de artes visuais na Unicamp, nas dependências da Biblioteca Central Cesar Lattes (BC-CL). A iniciativa é da Coordenadoria de Desenvolvimento Cultural (CDC), órgão da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Preac), em parceria com a própria BC-CL. A mostra, que pode ser visitada até o dia 30 de julho, no primeiro piso, é composta por uma coletânea de peças publicitárias que concorreram a diversos prêmios internacionais e por pinturas em couro e objetos tridimensionais elaborados a partir de sucatas.

O conjunto de obras de Miriam Norking, a Mirona, é constituído pelas pinturas em couro e por peças produzidas com sucatas. A artista, que tem obras em diversos catálogos e integra o Grupo Antropoantro, também faz esculturas e trabalhos em bico de pena. Já Bjarne Norking apresenta pinturas e pôsteres que participaram de vários festivais internacionais, entre eles o London International Advertising Awards, Nova York e o Ibero Americano de Publicidade. Os trabalhos têm uma forte inspiração nos veleiros dinamarqueses, tradição que o artista herdou dos antepassados. As embarcações são desenhadas por Bjarne e as velas pintadas por Mirona. As obras em acrílica serão reproduzidas num calendário a ser editado na Dinamarca.

A exposição, segundo Sônia Maria de Camargo Mazzariol, relações públicas da CDC, está inserida no calendário de atividades da coordenadoria, que prevê para o segundo semestre mostras de trabalhos de artistas importantes como Fúlvia Gonçalves, Maria Helena Mota Paes, do grupo Bernardo Caro, e Consuelo Debiaggi, com a exposição “Eu Encáustica, série Dourada”, sob curadoria de Afrânio Montemurro. O projeto está orientado na linha da memória e tem o objetivo de valorizar os artistas antigos e novos, suas produções contemporâneas e resgatar obras representativas dessa trajetória.

Eni Ilis - Outra exposição que integra a iniciativa da CDC é a intitulada “Possibilidades da Linha”, que pode ser visitada até o final de julho no Espaço de Arte da própria Coordenadoria. Quem assina as obras da mostra é a artista plástica Eni Ilis. Sobre as peças apresentadas ao público, o professor Regis de Morais fez o seguinte depoimento: “Ora seus trabalhos amam a superfície, o espaço desenhável em que linhas e riscos tecem emoções, ora certa tridimensionalidade a cativa, originando formas volumétricas.  No entanto, em tudo há movimento, seja brincando de infância ou lacrimejando gesticulações humano-arbóricas.  Tudo é a mesma magia que tece fios de risos e súplicas, a mesma que escreve poema sobre massas coloridas”.

Fonte: Antonio Scarpinetti - Ascom Unicamp

terça-feira, 6 de julho de 2010

MANIFESTO DE REPÚDIO

A comunidade do Distrito de Barão Geraldo, vem a público, manifestar o seu repúdio pela forma ambígua, superficial e arrogante com que o senhor Secretário de Planejamento Municipal vem conduzindo os trabalhos relativos à revisão do Plano Local de Gestão da Macrozona 3.

As três reuniões realizadas até o presente, tinham como principal objetivo discutir com a população o Plano Local de Gestão para a nossa região, eis que o PLG é o detalhamento dos objetivos, diretrizes e normas definidos no Plano Diretor do município para cada macrozona da cidade. Tendo entre as suas finalidades adequar os parâmetros de parcelamento, uso e ocupação do solo às condições ambientais, urbanísticas e socioeconômicas; detalhar as políticas setoriais; definir as diretrizes viárias, de preservação e recuperação ambiental.

Também deve definir estratégias para intervenção imediata na área, estabelecendo de forma clara os princípios a serem adotados, assim como prever e direcionar a execução de planos e projetos de mais longo prazo, para o atendimento dos objetivos pactuados com a sociedade, tendo em vista que o PLG tem a obrigatoriedade de ser Participativo, ou seja, de incorporar no texto as propostas e contribuições da sociedade civil, fazendo com que a propriedade urbana cumpra sua função social e que a cidade seja acessível e justa ao conjunto de seus habitantes.

Entretanto, o que assistimos foi um grande descaso da administração pública municipal com os cidadãos que compareceram a estas reuniões. O que nos foi apresentado consiste em diretrizes genéricas sem que os parâmetros para a sua elaboração estivessem bem definidos e sequer os dados estivessem atualizados. Nenhum cronograma foi apresentado, muito menos o esboço de qualquer proposta, quando já é de conhecimento público, que inúmeros mega projetos imobiliários estão para acontecer nesta região e no seu entorno.

Ficou claro também que a prefeitura não dispõe nem de infra-estrutura, nem equipe para fazer as reformulações que seriam necessárias, e a que a mesma está fazendo as reuniões meramente para constar que foram realizadas. Isto porque, o Secretário garantiu que o PLG estará pronto até dezembro deste ano. Isto não pode ser considerado um trabalho sério, ou então, o mesmo já está pronto e deverá apenas adequar as regras para facilitar a instalação dos empreendimentos que já estão decididos, em total desrespeito aos objetivos de elaboração de um Plano Local de Gestão.

Para além de uma proposta técnica, um PLG é fruto também de debate político, onde as opiniões de todos podem e devem ser auscultadas. Assim, gostaríamos de ter mais consideração e respeito por parte do Poder Administrativo Municipal. Está comunidade não está aqui para fazer o papel de mero carimbador de decisões tomadas entre quatro paredes e que vão contra os interesses da população.

Dito isto, assistimos com muita aflição ao que se descortina. Vamos lutar para que o desfecho possa ser diferente do que o cenário está a nos apontar, e que com o encaminhamento das discussões futuras, ainda haja espaço para um verdadeiro debate e respeito a uma comunidade cujo histórico de luta é antigo e cujo papel social e zelo pelo interesse público é inegável.

Aproveitamos a ocasião para reivindicar outros elementos que consideramos, coletivamente, fundamentais para o melhor desenvolvimento dos trabalhos, são eles:

- Constituição de equipe técnica, possuidora de perfil multidisciplinar, que deve saber ouvir e discutir idéias para o município, respeitando a legitimidade dos atores sociais, e buscando subsídios para elaboração de propostas que devem ir ao encontro da vontade dos cidadãos de Campinas.

- Construção de uma metodologia de trabalho e atualização dos dados e informações.

- Ampla divulgação e publicidade do Calendário de Reuniões Públicas.

- Criação de Comissão de Trabalho composta por representantes das várias Secretarias da Prefeitura, técnicos da Seplan, especialistas da PUCCAMP, UNICAMP e outros Institutos de Pesquisas e Universidades, e membros indicados por esta comunidade, que elaborarão o documento-base para a revisão do PLG. Sendo certo que para essa elaboração, se levará em consideração o diagnóstico detalhado da região a ser efetuado em conjunto com a comunidade.

- Efetivo atendimento ao princípio constitucional da participação popular na implementação da gestão da cidade, tendo em vista que o regime democrático está em vigência no país.

Vamos continuar mobilizados, pois o Plano Local de Gestão Participativo constitui um instrumento importante para enfrentar, com êxito, o maior desafio que temos: A CONSTRUÇÃO DE UMA CIDADE PARA TODOS.

Associação de Moradores da Cidade Universitária II – PROBAIRRO
Associação de Moradores da Cidade Universitária – AMOC
Associação de Moradores do Guará – AMAGUARÁ
Associação de Moradores do Bosque das Palmeiras - PROBOSQUE
Associação de Moradores do Vale das Garças
Associação de Moradores do Real Parque
Associação de Moradores do Recanto dos Pássaros
SOS Mata Santa Genebra – Mobilização da Sociedade
PROESP – Associação de Proteção da Diversidade das Espécies
Instituto Cultural Voz Ativa
Demais cidadãos presentes constantes da lista de presença

Este Manifesto foi aprovado em Reunião Aberta realizada na quarta-feira, 30 de junho de 2010, às 19:30hs, na sede da PROBAIRRO.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Natal é tudo de bom

Natal é a capital de um dos menores estados em território do Brasil, mas para o povo potiguar (que na língua tupi-guarani significa “comedor de camarão”), lá tudo é grande: é o maior produtor de sal marinho, responsável por 97% do produto consumido no Brasil; tem o maior cajueiro do mundo, registrado no livro dos recordes; é o maior produtor de petróleo em terra do País; o maior exportador de frutas tropicais; tem o litoral com maior projeção para o Atlântico; e o maior escritor em quantidade e qualidade, Luís da Câmara Cascudo.

Fica na 'esquina do Brasil' e tem também, ainda segundo os potiguares, as mais belas praias, reconhecidas internacionalmente. “É pôca mudéstchia não!”, exclamam os hospitaleiros natalenses, orgulhosos das belezas naturais de seu estado e da capital, que leva esse nome por ter sido inaugurada em 25 de dezembro de 1599 e também porque exatamente dois anos antes uma esquadra portuguesa entrava na barra do rio Potenji (“Rio dos Camarões”) para construir o forte dos Reis Magos, colonizar e proteger a região da invasão dos piratas franceses traficantes de pau-brasil.

Embora informações históricas sejam importantes, não é bem atrás de livros, monumentos e da bela arquitetura colonial que milhares de turistas viajam para Natal todos os anos, lotando as centenas de hotéis, pousadas, vôos e programação das agências de turismo. São os passeios e aventuras em suas belas praias, a paisagem paradisíaca, o calor aconchegante sempre aliviado pelos constantes ventos, a saborosa gastronomia e a hospitalidade afetuosa do povo.

Com quatro estações bem definidas durante o ano todo: Verão, Calor, Quentura e Mormaço, Natal é o ponto de partida para dezenas de passeios surpreendentes em qualquer época: dunas, praias, piscinas naturais, aventuras radicais e festas populares, sempre acompanhadas pelo ritmo “talentoso” dos potiguares. “Tenha pressa não porque aqui sempre tá lento”, dizem os guias, com a peculiar linguagem que nega depois da afirmativa. 

Leia reportagem completa na próxima edição do Jornal de Barão

terça-feira, 22 de junho de 2010

Atores-mirins encenam no LUME obra de Guimarães Rosa

Nesta sexta-feira, dia 25/6, às 20h, o Ponto de Cultura LUME recebe um grupo formado por atores-mirins – Núcleo de Vivência Teatral –, da cidade de Iracemápolis, atuando como gente grande na adaptação para o teatro de "A Hora e Vez de Augusto Matraga", de Guimarães Rosa! Depois de se aventurar pelas páginas de Machado de Assis, L. Frank Baum e William Shakespeare, chegou a vez dos pequenos atores do Núcleo de Vivência Teatral abrirem as porteiras do sertão e mergulharem fundo no universo de Guimarães Rosa.
O grupo de atores-mirins dirigido por Daniel Martins tem chamado a atenção nos últimos anos pela proposta ousada de realizar adaptações de grandes clássicos da literatura com crianças e adolescentes.

Nunca se viu o sertão rosiano retratado com tanta responsabilidade sobre os palcos. A atuação das crianças é assombrosa! Um dos grandes momentos do teatro brasileiro em 2009!

SERVIÇO:

Dia 25/6 (sexta-feira), 20h
A HORA E VEZ DE AUGUSTO MATRAGA – Núcleo de Vivência Teatral     Temporada 2010
Ponto de Cultura LUME Teatro (Rua Carlos Diniz Leitão, 150, Vila Santa Isabel, Barão Geraldo, 3289-9869)
Classificação etária: 9 anos
Duração: 90 minutos
Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00
Informações: (19) 3289-9869 (LUME Teatro)

A Prefeitura não quer debater a Lei, quer impor mudanças


A cidade de Campinas foi dividida (2006) em 9 macrozonas -MZ* e cada uma delas deve seguir um Plano de Gestão Urbana - PGU.

PGU? Por que devemos nos importar com ele?

O Plano de Gestão é o instrumento que define as regras para a ocupação do território, o zoneamento e, dessa maneira, orienta o crescimento da cidade; o tipo de ocupação dos espaços públicos e privados; onde poderá ocorrer o adensamento populacional e até que ponto este será permitido; se haverá ou não a verticalização; quais as áreas verdes que deverão ser preservadas, entre outros aspectos muito importantes que afetam o cotidiano dos habitantes.

No distrito de Barão Geraldo o planejamento, ocupação e crescimento são definidos pelo Plano Local de Gestão Urbana - PLGU BG - Lei 9.199 de 1996** que foi elaborado com ampla participação da comunidade. Mas infelizmente o que de fato aconteceu no distrito desde então foi o descumprimento do PLGU, agravando progressivamente os problemas que já existiam em 1996 e que até hoje não foram sanados pelo poder público municipal, como o trânsito, as construções irregulares, entre outras mazelas locais. A negligência com o PLGU estimulou o aparecimento de novos problemas como as grandes enchentes, o aumento populacional que gerou sobrecarga em todas as áreas vitais do distrito, além da maior vulnerabilidade das áreas verdes restantes, entre elas a Mata de Santa Genebra.

Neste momento, novamente discutiremos o futuro de Barão Geraldo. É hora de decidirmos o tipo de lugar no qual queremos viver, decidirmos em qual cidade desejamos morar, criar nossos filhos, trabalhar etc. É a hora de conhecermos e deliberarmos sobre os novos empreendimentos anunciados pela atual prefeitura que afetam diretamente o futuro de Barão Geraldo: Parque Ciatec II e Ceasa, entre outros. Quantos novos moradores virão para cá? E para onde irá o lixo uma vez que o Delta está saturado? Como a Mata de Santa Genebra sobreviverá ao adensamento populacional em seu entorno?

O futuro de Barão Geraldo, de Campinas e Região é responsabilidade de todos nós!

Por isso várias entidades estão mobilizadas para que a população participe, opine, comparecendo massivamente às reuniões!

Atenção ao calendário! Programe-se:
CRONOGRAMA DA SEPLAN
23 de junho (quarta-feira) – às 19h
Salão Paroquial Santa Isabel
Rua Ângelo Vicentin, 601
Bairros: Centro e Vila Isabel

24 de junho (quinta-feira) – às 19h
Associação PROBAIRRO
Rua Márcia Mendes, 702 - Cidade Universitária, parte II
Bairros: Cidade Universitária e Guará

28 de junho (segunda-feira) – às 19h
Fundação José Pedro de Oliveira (Mata de Santa Genebra)
Rua Mata Atlântica, 447 - Bosque de Barão
Bairro: Real Parque

AMOC
Associação dos Moradores e/ou Proprietários de Residências Unifamiliares da Cidade Universitária Campineira

Comentário
Dalmace Capell Neto disse...


Do lado de cá do rio Atibaia (Valinhos), estamos com o mesmo problema com as autoridades. O prefeito querer transformar a Serra dos Cocais em área urbana. Veja mais detalhes no www.serradoscocais.blogspot.com

abraços

24 de junho de 2010 07:57